domingo, 1 de julho de 2012

Filhotes nascidos 01/04/2012 - Macho

Baruck do Guarda Brasileira

Filhotes nascidos 01/04/2012 - Bonnie do Guarda Brasileira - Vendida

Filhotes nascidos 01/04/2012 - Fêmea 03

Filhotes nascidos 01/04/2012 - Fêmea 02

Filhotes nascidos 01/04/2012 - Branca do Guarda Brasileira - Vendida

Rocky e seus filhos

quinta-feira, 24 de junho de 2010

Cinofilia brasileira sem medo começa a adotar microchip em cães

Cinofilia brasileira sem medo começa a adotar microchip em cães

Hacked BY Albert:::: enviou "

No Brasil, Keneis e Federações começam a adotar a identificação eletrônica (MICROCHIP) e o cadastro no SIRA, entendendo as vantagens do sistema utilizado em vários Países onde há dirigentes sérios e preocupados em oferecer a melhoria da Cinofilia ao invés de se preocuparem somente em aumentar suas finanças, começam a solicitar que os animais sejam identificados com microchip e cadastrados no SIRA. Veja o exemplo de São Paulo:

A FECESP (Federação de Cinofilia do Estado de São Paulo) emite normativa para tornar obrigatório o uso de Microchip em cães.


TERMO DE IMPLANTAÇÃO DE MICROCHIP:
PRAZOS DE IMPLANTAÇÃO OBRIGATÓRIA:


Até 1 de janeiro de 2005, para todos os cães premiados com os títulos de jovem campeão, campeão, grande campeão, campeão internacional, campeão panamericano e grande vencedor nacional.

Até 1 de janeiro de 2005, para todos os cães destinados a exposições e reprodução.

Até 1 de janeiro de 2005, para todos os cães nascidos no Estado de São Paulo que terão ainda prazo adicional após o nascimento de 8 meses para agregar o pedigree ao microchip apresentando o Cadastramento Obrigatório no Banco de Dados.

O Pedigree será emitido automaticamente pela internet, sendo necessário o clube efetuar o cadastro do animal no banco de dados, como também cadastrar o proprietário, criadores e veterinários.

Juntamente com o pedigree, o proprietário do animal receberá o texto da normativa que estabeleceu as regras oficiais do cadastramento no banco de dados e aplicação do microchip, devendo assinar uma declaração de que recebeu tal informação e que está ciente da nova normativa. Quando da retirada do pedigree pelo criador, este deverá tomar ciência assumindo compromisso de notificar ao comprador / futuro proprietário.

Os clubes receberão login e senha de acesso para efetuar o acesso ao banco de dados oficial da FECESP e emissão de Pedigree. Todos os outros bancos de dados não serão considerados válidos pela FECESP.

Padrão do Microchip, etiquetas, embalagem e formulário para cadastro: O Microchip a ser implantado nos animais deverá estar de acordo com as normas internacionais ISO11784, ISO11785, possuir tamanho de 12x2mm, comprovar possuir camada de substância ou produto antimigratório e deverá ser embalado separadamente, acompanhado de 6 (seis) etiquetas de tamanho 24,5x63,5mm em cada embalagem contendo os 15 números do microchip e um código de barras padrão Code39 também referente a numeração do Microchip, e poderá ser adquirido de qualquer fornecedor no Brasil que esteja dentro das normas. O registro deverá ser efetuado exclusivamente no banco de dados oficial. Além disto, ao comprar microchip deverá ser solicitado ao fornecedor o envio do formulário para cadastro, o qual deverá solicita-lo através do e-mail tecnologia@rastrear.net

Microchip, formulário e etiquetas fora do padrão não serão aceitos.

TEXTO RETIRADO DO SITE DA FECESP

Dentre várias empresas fornecedora da tecnologia, a Partners and Quality Technology foi selecionada por unanimidade pela comissão de implantação de Microchip da FECESP através de um rigoroso processo de escolha, para fornecer Microchip, aplicador e leitoras, prestar apoio e suporte técnico para o uso da tecnologia, assim como para fazer as cobranças cabíveis, o gerenciamento e a manutenção no banco de dados e no site da FECESP na internet.

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Respostas a alguns possíveis questionamentos:

1) Por que a FECESP selecionou e adotou a tecnologia da PARTNERS?
R: Dentre todas as empresas do segmento que participaram do processo de escolha, a PARTNERS foi a que ofereceu a solução adequada às necessidades da FECESP, tendo inclusive concordado com que outras empresas fornecedoras de microchip também pudessem estar presentes no mercado. Além disto, a Partners disponibiliza Microchip de alta tecnologia totalmente dentro das normas internacionais e com produto antimigratório comprovado.

2) O que é transponder (Microchip)? Como ele é? Quais suas características principais?
R: Conhecido popularmente como Microchip, é um micro-circuito eletrônico constituído de um código exclusivo e inalterável, encapsulado em biovidro cirúrgico e, no caso do Microchip Partners, revestido de substância biocompatível antimigratória para uso em animais.

3) Por que adotar microchip para identificação dos animais?
R: O microchip é um método de identificação seguro, inviolável e permanente que garante a identificação do animal, além de facilitar o trabalho do criador evitando confusões entre ninhadas, facilitar a vida do veterinário podendo ter acesso aos dados do animal na internet, facilitar o resgate do cão caso ele se perca ou seja roubado entre outras centenas de vantagens. O microchip serve como um atestado de que um determinado cão seja mesmo o cão em questão. Em vários Países é obrigatório o uso deste método para identificar todos os animais de estimação/companhia. É uma tendência natural que só traz benefícios ao segmento e à população em geral.

4) Qual o tamanho ideal do microchip para uso em cães?
R: O menor deles é do tamanho aproximado de um grão de arroz, medindo 12mm x 2mm. Não há, até o momento, microchip menor de 12x2mm aprovado para uso em animais.

5) Qual é a durabilidade do microchip?
R: O microchip não possui bateria e fica inativo a maior parte do tempo, sendo energizado apenas quando recebe um sinal enviado pela leitora. Após a aplicação, permanece com o animal por toda sua vida. Fornece seu número exclusivo toda vez que for "scaneado" pela leitora, enviando seu código que é mostrado no visor desta, sendo possível o envio da informação para um computador. Como o microchip não contém bateria, não há nada para se desgastar. Sua durabilidade é o tempo em que o biovidro demora em se decompor, ou seja, mais de 100 anos.

6) Por que usar somente microchip e leitoras dentro das normas internacionais ISO11784 e ISO11785?
R: Estas normas internacionais foram desenvolvidas para regulamentar o uso de microchip em animais, determinando o tipo, controlando a numeração exclusiva do microchip e para possibilitar que o animal seja identificado em qualquer lugar do mundo através da leitura do microchip por qualquer leitora dentro das normas.

7) Como é feita a aplicação do microchip no animal?
R: Seu pequeno tamanho e forma permitem que sejam injetados no animal com uma seringa especial parecido aos aplicadores de vacinas, sendo a aplicação indolor. Resumidamente, os passos para implantação são os seguintes: 1. Scaneie o animal para checar se não há nenhum microchip já implantado; 2. Scaneie o microchip para verificar se o número está correto; 3. O microchip deve ser aplicado no dorso entre as escápulas; 4. Use a mão para sentir o local da implantação; 5. Desinfete a pele no local de implantação usando algodão saturado em álcool; 6. Com uma das mãos, levante a pele do animal no local da implantação; 7. Insira a agulha a um anglo de 45°C com o êmbolo da seringa para cima; 8. Rapidamente, empurre até o final o êmbolo da seringa e retire a agulha; 9. Scaneie a área para assegurar que o microchip pode ser lido.

8) Quem poderá fazer a aplicação do Microchip?
R: A aplicação do microchip deve ser feita exclusivamente por Médico Veterinário devidamente credenciado pelo clube cinófilo correspondente, que poderá a seu critério cadastrar mais profissionais.

9) A aplicação de microchip fere o animal?
R: Embora a agulha do aplicador de microchip tenha o diâmetro um pouco maior do que uma agulha de aplicador de vacina, os animais reagem da MESMA maneira, sendo o procedimento indolor. O microchip é completamente biocompatível e inofensivo à saúde do animal.

10) O animal deve ser sedado para receber o microchip?
R: Não! Injetar microchip é um procedimento igual a aplicação de uma injeção comum. Anestesiar o animal não é requerido e não é recomendado.

11) É possível que o animal seja alérgico ao microchip?
R: O microchip é inerte, liso e biocompativel. Não há virtualmente nenhuma possibilidade de desenvolver processo alérgico ou de rejeição do microchip após corretamente injetado no animal.

12) O microchip pode mover-se dentro do corpo do animal?
R: Quando implantado corretamente e se utilizado microchip com produto de camada antimigratória, uma pequena camada de tecido conexivo se forma em torno do microchip, impedindo a migração do mesmo.

13) Qual é a melhor idade para aplicar o microchip em cães?
R: A aplicação pode ser feita já no 10º dia de vida, mas em regra geral é aplicado juntamente com a terceira dose da vacina Múltipla, ou seja, aos 3 meses de idade.

14) É possível cadastrar no banco de dados da cinofilia oficial, animais que já possuem microchip? É permitida a entrada no sistema de animais que nasceram antes da data da obrigatoriedade?
R: Sim. Não só é permitido como é recomendado. Qualquer animal com registro oficial pode entrar no cadastro e ser identificado com microchip.

15) Onde é possível encontrar mais informações sobre a tecnologia?
R: Em vários sites na internet é possível encontrar informações interessantes sobre a tecnologia e seu uso no Brasil e no mundo. Basta entrar em algum site de busca e procurar por “microchip animal”, por exemplo. Também é possível sanar dúvidas, tanto em relação à tecnologia como da obrigatoriedade em cães no Brasil visitando o site da FECESP (www.fecesp.com.br) ou da Partners (www.partners.inf.br), onde inclusive há vários arquivos para downloads. A FECESP e a PARTNERS agradecem a colaboração de todos os envolvidos no segmento.

Saiba mais visitando o site da FECESP"

domingo, 30 de agosto de 2009

TESTE DE TEMPERAMENTO DE FILHOTE DE CÃO (VOLHARD )

Aplicar aos 49 dias de vida do filhote
Lembre-se: você quer que o filhote de cão cresça com bom temperamento e deseja conviver com ele por muitos anos. Conhecer o temperamento antes de comprá-lo é evitar uma futura decepção
Pré-requisitos: aplique o teste aos 49 dias de vida. É quando o cão está neurologicamente completo e com cérebro de adulto. A cada novo dia as reações estarão mais impregnadas pelo aprendizado anterior. Teste um filhote por vez, em boas condições. Ele deve estar ativo e com boa saúde. Não faça o teste logo depois de ele comer, nem no dia da vacinação e nem no dia seguinte. Aplique o teste na seqüência da tabela abaixo, em local tranqüilo e desconhecido do cão (basta um cômodo ou área com piso não escorregadio, de 4 m2). Além do examinador, que pode ser você ou outra pessoa estranha ao filhote, deve estar presente também o anotador da pontuação, que não pode interferir na atuação do cão. Antes de marcar os pontos, o anotador confirma a avaliação dele com o examinador.
Aplicação: procure não intimidar o filhote. Evite inclinar-se sobre ele, gesticular ou avançar as mãos bruscamente. Fale com suavidade. Ao bater palmas, seja delicado. Se o cão não reagir a você ou demonstrar extremo estresse, afastando a cara e ficando rígido, pode estar estranhando a sua presença. Nesse caso, tente se entrosar com o filhote e reiniciar o teste algum tempo depois.
Avaliação: vale a primeira reação do filhote.
OS TESTES
1 - Chamar (Atração por pessoas)
Indica: sociabilidade, treinabilidade.
Como fazer: o criador traz o filhote e sai. Fique a cerca de 1,20 metro do cão, agachado. Bata palmas e, falando de forma afetuosa, estimule-o a vir.
Pontuação: o cão vem logo, animado, e: a) salta e morde a mão do examinador = 1 ponto; b) bate com a pata no examinador, lambe a mão = 2; c) não encosta no examinador = 3. O cão: a) vem logo, sem mostrar ânimo = 4; b) vem hesitante = 5; c) não vem = 6 (visando aos próximos testes, deixe o cão cheirar sua mão, acaricie-o e converse com ele de forma encorajadora para despertar-lhe a confiança).
2 - Acompanhar (Seguir a liderança humana)
Indica: independência, interação com humanos, treinabilidade.
Como fazer: aplique após o teste anterior sem interrupção. Levante e se afaste devagar. Fale com o cão, bata palmas e chame-o. Só depois marque os pontos de ambos os testes. Enquanto isso, procure interagir com o filhote.
Pontuação: o cão segue logo, animado, e: a) coloca-se entre os pés do examinador e o morde, atrapalhando a caminhada = 1 ponto; b) coloca-se entre os pés do examinador = 2; c) não se coloca entre os pés do examinador nem encosta nele = 3. O cão: a) segue logo, mostrando submissão = 4; b) segue hesitante = 5; c) não segue ou se afasta = 6.
3 - Restrição (Facilidade de controle sob domínio físico)
Indica: submissão, treinabilidade.
Como fazer: agachado, vire com muita delicadeza o filhote de costas e segure-o com uma mão no peito, sem muita pressão, por até 30 segundos, olhando-o com expressão gentil e tentando estabelecer contato visual, porém sem falar. Observe a reação.
Pontuação: a) o cão se debate muito e morde = 1 ponto; b) debate-se muito = 2; c) debate-se e aceita, sem evitar contato visual com o examinador = 3; d) debate-se pouco e aceita = 4; e) não se debate = 5; f) não se debate e se esforça para evitar contato visual = 6.
4 - Acariciar (Facilidade de controle pelo carinho)
Indica: independência, dominância, aceitação de proximidade de pessoas, treinabilidade.
Como fazer: aplique em seguida ao teste anterior, marque os pontos de ambos depois. Deixe o filhote ficar em pé ou sentar, agache-se ao lado dele e acaricie-o da cabeça à cauda com uma mão. Observe a reação.
Pontuação: a) pula, bate com as patas, morde, rosna = 1 ponto; b) pula, bate com as patas = 2; c) receptivo, roça no examinador e tenta lamber seu rosto = 3; d) muito receptivo, lambe a mão do examinador = 4; e) rola no chão e lambe a mão = 5; f) afasta-se = 6.
5 - Elevação (Facilidade de controle em situação de risco)
Indica: dominância, medo.
Como fazer: mantendo a posição agachada, pegue o filhote com as mãos sob o peito e levante-o cerca de 30 cm, por até 30 segundos.
Pontuação: o cão se debate e: a) morde = 1 ponto; b) não morde = 2; c) aceita, debate-se, aceita, seguidamente = 3. O cão não se debate e fica: a) relaxado = 4; b) tenso = 5; c) paralisado = 6.
6 - Buscar (Vontade de fazer algo pelo dono)
Indica: treinabilidade, interação com humanos, obediência.
Como fazer: ainda agachado, acene com um papel amassado (bolinha) e lance-o cerca de um metro à frente do cão, em local visível, encorajando-o a buscar.
Pontuação: a) o cão pega o papel e se afasta = 1 ponto; b) pega, não traz e não se afasta = 2; c) pega e traz = 3; d) vai até o papel e volta sem ele = 4; e) começa a ir ao papel mas perde o interesse = 5; f) não vai ao papel = 6.
7 - Pressão na pata (Resistência à dor)
Indica: sensibilidade à dor.
Como fazer: continue agachado e aperte de leve, com o polegar e o indicador, os dedos de uma pata dianteira do cão. Aumente aos poucos a pressão e conte mentalmente de um até dez ou pare antes se o cão reagir. Se ele não deixar tocar a pata, pressione a orelha.
Pontuação: total contado a) de 8 a 10 = 1 ponto; b) 6 a 8 = 2 pontos; c) 5 ou 6 = 3 pontos; d) 3 a 5 = 4 pontos, e) 2 a 3 = 5 pontos; f) 1 ou 2 = 6 pontos.
8 - Barulho forte (Reação a sons)
Indica: sensibilidade a ruído, medo.
Como fazer: coloque o filhote no centro da área e fique ao lado dele. O observador, de frente para o filhote e não muito próximo, bate forte uma colher numa panela, ambas de metal, uma única vez.
Pontuação: o cão localiza o som e: a) vai excitado até a origem = 1 ponto; b) vai até a origem, sem excitação = 2; c) não vai, mas mostra curiosidade = 3; d) não vai e não mostra curiosidade = 4; e) encolhe-se, afasta-se e esconde-se = 5. O cão ignora o som = 6.
9 - Perseguir (Reação a algo que se move)
Indica: potencial para perseguir pessoas, animais e objetos em movimento, bem como sensibilidade visual.
Como fazer: ponha o filhote no centro da área. Amarre uma toalhinha na ponta de uma guia e, ficando ao lado dele, lance-a rente ao chão. Puxe-a de volta aos poucos em três vezes e observe a reação que prevalece.
Pontuação: a) o cão ataca e morde = 1 ponto; b) pega a toalha sem atacar = 2; c) investiga com interesse = 3; d) olha curioso mas não investiga = 4; e) foge ou se esconde = 5. f) ignora = 6.
10 - Pegar de surpresa (Reação a situação inesperada)
Indica: estabilidade, equilíbrio.
Como fazer: a um metro e meio do cão, abra um guarda-chuva e coloque-o no chão para ele investigar.
Pontuação: a) avança e morde = 1 ponto; b) aproxima-se e abocanha sem morder = 2; c) aproxima-se, investiga e não abocanha = 3; d) fica parado e olha = 4; e) afasta-se e esconde-se = 5; f) ignora = 6.
O que significa a pontuação
Em geral, o cão obterá pontuações diferentes no decorrer do teste, com variação pequena e prevalecendo uma delas. Se a variação for grande e o cão não tiver problema de saúde, é possível que ele seja muito instável. Veja o que a prevalência de cada pontuação indica:
Prevalece 1 ponto: cão muito dominante, de difícil controle. Com forte desejo de liderança, não hesitará em lutar por ela, agredir e morder pessoas e outros cães. Só deve ir a um lar muito experiente, e receber treino rotineiro. Não deve conviver com crianças, idosos e outros animais.
Prevalecem 2 pontos: cão dominante, aspira a liderança. De eventual difícil controle, pode morder. Autoconfiante demais e com excesso de energia para crianças, idosos e outros animais. Requer exercício e treino, além de horários rígidos. Donos experientes podem obter ótimo convívio com ele.
Prevalecem 3 pontos: convive bem com pessoas e outros animais. Pode ter muita energia e precisar de muito exercício. Boa opção para um dono que já teve outro cão. Precisa de treino e aprende depressa.
Prevalecem 4 pontos: é o tipo de cão adequado para companhia e a melhor opção para donos de primeira viagem. Não é o guarda ideal por ser submisso demais. Raramente se esforçará para obter uma “promoção” na família. Fácil de treinar e bastante tranqüilo.
Bom para idosos e crianças pequenas, das quais pode até precisar ser protegido.
Prevalecem 5 pontos: muito submisso, medroso e tímido, requer manejo cuidadoso. Tende a se assustar com pessoas, lugares e barulhos estranhos. Até um piso diferente pode incomodá-lo. Quando recebe carinho, na chegada do dono, pode urinar em sinal de submissão. Se encurralado, tenta fugir. não conseguindo, pode morder. Precisa de um lar especial, sem crianças e onde o ambiente não mude muito. Melhor para um casal tranqüilo.
Prevalecem 6 pontos: tão independente que não se apega ao dono. Apesar de pessoas o utilizarem como guarda, não é recomendado pois costuma provocar acidentes.
Pontuação muito irregular: indica temperamento instável, não recomendável em um cão para uma família.
Outras interpretações
O teste Restrição é um dos mais cruciais: indica como o cão reage à liderança humana.
Para crianças: o filhote com prevalência da pontuação 4, e, a seguir, da pontuação 3, será bom com as crianças e se dará bem nos treinos. O filhote que fica relaxado e não se debate durante o teste Elevação será fácil de lidar quando adulto.
Treinabilidade: os mais facilmente treináveis são os com prevalência de pontuação 4 ou 3 ou de ambas, mesmo que tenham baixa sensibilidade ao toque, que pode ser compensada com equipamento adequado de treino. No teste Buscar, o filhote que volta com ou sem o papel está propenso a trabalhar para as pessoas. Pode ter ótimo desempenho em provas de obediência e ser, por exemplo, apto aos treinamentos mais sofisticados, como o de cão para guia de cegos.
Para experts: o cão com pontos repetidos 1 ou 2 precisa de muita liderança e experiência para ser controlado. É o dominante. Especialmente se obteve 1 ponto nos testes Restrição e Elevação.
Guarda: conforme a prevalência de pontuação nos dez testes, o cão demonstrará potencial para um determinado tipo de guarda. Os cincos primeiros testes são os mais importantes, pois avaliam graus de dominância, porém os demais também devem ser levados em conta.
a) casa com adultos inexperientes: prevalência de 4 pontos;
b) casa com adultos experientes e com tempo disponível para dedicar ao cão: prevalência de 3 e 2 pontos;
c) guarda restrita ao uso profissional: prevalência de 2 e 1 pontos. Leigos que ficam com esses cães estão muito sujeitos a provocar acidentes.
Casos especiais: a pontuação 5 no teste Barulho Forte está bastante relacionada a timidez e medo — o melhor para esse cão é um lar calmo e silencioso. Não reagir de forma alguma ao som pode indicar surdez.
Um filhote com muitos 6 e 1, além de independente (ver Prevalecem 6 pontos), pode ser mordedor e, se tiver pontuações 5, pode ter pânico de pessoas.
Pontuação 5 nos testes Pressão na Pata e Barulho Forte indicam um cão que pode se apavorar facilmente e morder por medo em situações estressantes.

Teste de Temperamento em Filhotes - CAMPBELL

Este teste (chamado teste de Campbell) serve para determinar a tendência geral inata do caráter de um filhote.

O Teste de Campbell se propõe a analisar o comportamento dos cães ou filhotes em vários aspectos. Este teste é amplamente utilizado, inclusive por entidades de treinamento para cães-guia de cegos e pet terapia.

Além de ajudar os novos proprietários, este teste pode ser útil para os criadores que queiram selecionar o cãozinho mais adequado para cada cliente e para adestradores que desejam sentir o potencial de aprendizado dos filhotes.

I. Teste de caráter

Condições prévias ao teste:

- Deve efetuar-se o mais cedo possível, já que a partir dos 2 ou 3 meses de idade os resultados serão influenciados pelo ambiente, o trato recebido e outras influências externas - e dessa forma os resultados serão menos confiáveis.

- Se for possível, o teste deve ser realizado por alguma pessoa que o cão não tenha visto nunca, antes.

O ideal é que seja executado pelo futuro proprietário.

- Realizar as cinco provas e anotar a letra correspondente à reação do cão.

- O caráter inato que se determina mediante o teste pode modificar posteriormente, ainda que só em parte, graças ao trato e a educação que receba.

- Se necessário pode-se fazer com que o cão receba um adestramento especí­fico para corrigir qualquer problema.

- Em todo caso, se puder escolher, o melhor é testar vários cães e escolher o que a priori tem um caráter mais adequado ao tipo de vida que vc pretende levar com ele.

Provas - Como fazer

Pontuação

1 - Disposição do cão ao se aproximar um desconhecido.

Coloca-se o filhote no centro de uma sala/quarto e abaixando, se alonga a mão em direção a ele.

Se precisar, chamar sua atenção com palavras suaves, mas não com ordens (”vem”) nem usando seu nome, se ele já o tiver aprendido.

- A - Vem prontamente, com a cauda alta, brinca e/ou morde.

- B - Vem prontamente, com a cauda baixa, e dá a pata.

- C - Vem prontamente, com a cauda baixa.

- D - Vem com medo, com a cauda baixa.

- E - Não se aproxima.

2 - Disposição do cão em seguir uma pessoa.

Colocá-lo perto, se apoiar e se afastar uns passos andando com tranquilidade, observando sua reação.

- A - Nos segue com a cauda alta e morde a perna.

- B - Nos segue com a cauda alta e quando paramos se atira a nossos pés.

- C - Nos segue com a cauda baixa.

- D - Nos segue, cauda baixa e timidamente, com medo.

- E - Não nos segue ou nos segue, porém vai sem prestar atenção em nós.

3 - Disposição do cão a submeter-se a uma pessoa.

Virar o filhote de costas, patas no alto, e dominá-lo com uma mão no ventre durante uns 30 segundos.

- A - Responde ferozmente, bate com a cauda, morde.

- B - Se excita tentando liberar-se e bate com a cauda, mas sem morder.

- C - Responde com força, mas se acalma depois de segundos.

- D - Não responde e lambe as mãos.

- E - Respostas imprevisí­veis:

Excita-se, se acalma, torna a se agitar, mordisca, lambe. . .tudo confusamente.

4 - Disposição do cão a aceitar algo que não lhe agrada.

Bate-se no cão com suavidade ao longo da coluna vertebral.

Acaricia-lhe o contrapelo até a nuca.

- A - Brinca, dá a pata, morde e grunhe.

- B - Brinca e dá a pata.

- C - Se retorce e lambe as mãos.

- D - Gira sobre a espádua e lambe as mãos.

- E - Se afasta e mantém a distância.

5 - Reação do cão ante a perda do controle por sua parte.

Juntar as mãos por debaixo do ventre do filhote, cruzando os dedos e levantando-lhe do solo durante 30 segundos.

- A - Se agita ferozmente, morde e grunhe.

- B - Se agita ferozmente.

- C - Se agita, mas logo se calma.

- D - Não se agita. Lambe as mãos.

- E - Respostas imprevisí­veis (como no teste 3).

Avaliação e Resultados:

Duas respostas A e alguma B, ou três ou mais respostas A:

O cão é de caráter muito dominante e agressivo.

Requer muita firmeza no trato, mas seu caráter é estável, mas é mais adequado para tarefas de guarda e defesa.

Frente ao perigo reage bem.

Não é muito recomendável se há crianças em casa.

Três ou mais respostas B:

O cão é de caráter dominante, embora mais estável e menos agressivo que no caso anterior.

Caráter muito bom para guarda e defesa.

Sociável embora requer trato firme.

Pode ser bom cão de companhia numa casa com adultos, mas menos recomendável se há crianças pequenas.

Três ou mais respostas C:

Cão de caráter muito equilibrado e sociável.

Não é agressivo, mas capaz de sair em nossa defesa.

De toda forma não é adequado para ser usado como guardião.

Como cão de companhia não dará nenhum problema.

Duas respostas D com alguma E, ou três ou mais respostas D:

Muito submisso e amável.

É muito sensível ás brigas quando se porta mal.

Sentindo-se agredido pode morder por medo e logo fugir.

Duas ou mais respostas E:

Cão de caráter independente, pouco disposto à convivência com as pessoas.

De filhote será difí­cil de se criar e educar.

Com o tempo pode se tornar feroz para manter sua independência, e morder se lhe dá broncas.

Com um cão assim deve-se evitar todo contato com crianças.


sexta-feira, 5 de junho de 2009

CACHORRO CANSADO É CACHORRO FELIZ

Ah que vida boa meu cachorro tem. Ele tem cama, ele tem comida, ele tem casa, ele tem um dono maravilhoso como eu... será????

O nosso lema sempre foi "cachorro cansado é cachorro feliz". Claro que quando falamos de cachorro cansado estamos nos referindo a cansados física e mentalmente, de forma sadia, e não cansados de não fazer nada, cansados de ficar sozinho o dia todo, cansados dos mesmos brinquedos e passeios corridos e irregulares.

Um cachorro entediado, sozinho e acorrentado. Ele é feliz?

Se o seu cachorro estiver sendo exercitado e estimulado na medida certa, pode acreditar que você também será um dono feliz e muito mais satisfeito com a relação com o peludo.

Exercícios físicos trazem uma série de benefícios para nós e para nossos amigos de quatro patas: previne obesidade, deixa os músculos mais tonificados, fortes e bem definidos, aumenta a capacidade cardiovascular e respiratória, melhora a qualidade do sono, diminui as chances de doenças como certos tipos de câncer, melhora o humor, ajuda a relaxar e diminui estresse e ansiedade, fortalece os ossos e ainda ajuda a conhecer novas pessoas e fazer novos amigos, humanos e caninos. Não é pouca coisa e isso nem é o começo!
verdade é que a grande maioria dos cães não é exercitada regularmente e não recebe o tanto de atenção que precisam para se sentirem felizes. Costumamos ouvir dos donos que eles saem muito cedo para trabalhar e voltam muito tarde. Tem muitas obrigações e não conseguem ter tempo nem para eles mesmos. O cachorro acaba saindo uma vez por dia, rapidinho, para fazer um xixi e um cocô. Quando sai!

Os peludos costumam ficar o dia todo sozinhos, sem nada para fazer, sem ninguém para educá-los. Mesmo os que moram em casas com quintal se distraem muito pouco pois, se não forem motivados e orientados, os peludos vão ficar o dia todo deitados num canto, esperando uma oportunidade real de ação.

Puxa... nada pra fazer!

A consequência desta falta de atividade física e mental são os comportamentos destrutivos, o excesso de latidos e choros, as lambeduras compulsivas, o comportamento agitado e inquieto perto das pessoas, a falta de higiene (sim, falta de exercício tem impacto até a higiene do peludo), comportamento antisocial com outros cães e outras pessoas, agressividade, obesidade, diabetes, doenças degenerativas das articulações... Está até parecendo aquela música que só fala de doenças, não é mesmo? Mas estas consequências são reais e quase uma certeza absoluta para nossos amigões sedentários e solitários.


Os exercícios são tão importantes para nossos amigos de quatro patas quanto são para nós. Nossos cães são pequenas máquinas de trabalho, criados para caçar, farejar, exterminar roedores, fazer patrulhas e guardar nossa propriedade, correr, nadar... Até aqueles criados para ficar essencialmente no nosso colo, nos fazendo companhia, precisam de um pouquinho de exercício físico, bastante exercício mental, e toneladas de companhia humana.
Os peludos são animais progamados geneticamente para viver em comunidade, servir ao ser humano, trabalhar para conquistar sua comida. As facilidades da vida moderna e urbana não ajudam em nada a saúde deles. Então vamos supor que esse artigo conseguiu chamar a sua atenção e deixou seu coração comovido o suficiente para querer mudar a sua vida e a de seu peludo!!!!!


O que e como podemos fazer para tornar a atividade física mais fácil, segura e produtiva para você e seus peludos????? Por onde começar???

Pra começar é preciso dar uma passada no veterinário. Não custa nada fazer um pequeno checkup no cachorrão e ficar com a consciencia tranquila de que ele pode começar um programa de exercícios. Filhotes, cadelas grávidas, cachorrros com mais de 7 anos, peludos que saíram recentemente de uma doença e cachorros obesos ou com problemas nas articulações merecem cuidados especiais e não é bom pegar pesado com eles.


Alexadre Balaton Prandini

quinta-feira, 28 de maio de 2009

Camisa do V Seminário da Raça Dogue Brasileiro


As camisas do seminário já estão à venda no valor de R$ 20,00(Vinte reais).
Contato pelo e-mail: leonardo@canilguardabrasileira.com.br

domingo, 10 de maio de 2009


Bope (Aquilis do Yacarepaua *AM*). Este cão tem excelente temperamento. Faz treinamento de obediência e para guarda.